segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Como estudar faltando poucos dias para o Enem



Agora falta pouco. Em pouco menos de um mês, mais de 5 milhões de estudantes farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. Desde que passou a ser usado como critério de seleção de diversas universidades públicas e privadas, além de ser requisito para programas como o Sisu, o Prouni e o Fies, a prova se tornou o maior vestibular do país.
Com toda a sua relevância, o Enem não é uma prova fácil. Com seus dois dias de provas, 180 questões, e ainda uma redação, o exame é quase uma maratona. Mas não há motivos para se desesperar. Para ajudar você a enfrentar da melhor forma essa prova, separamos algumas dicas de como se preparar para o exame. Confira as nossas dicas e boa sorte!

O estudo na reta final

O mais importante é saber organizar o seu tempo. Se até o Enem teremos quatro semanas, é importante programar os estudos e definir quais matérias vão ser estudadas em cada dia. Não adianta desperdiçar tempo e esforços com aqueles tópicos nos quais sempre teve dificuldades, assim como também não dá para focar só no que já domina. Qual é a solução, então? Não há segredo: treinar. Nas próximas semanas, invista o máximo em dominar a prova e o que ela espera de você. Veja abaixo o passo a passo:
 Resolva provas anteriores: Aproveite as últimas semanas para refazer o máximo de provas antigas possível. “Como o Enem apresenta uma matriz específica de competências e habilidades à qual os conteúdos estão relacionados, as provas de cada ano têm um modelo bastante parecido e os conteúdos mais cobrados sempre se repetem”, explica a professora Ana Paula Dibbern, do cursinho Maximize.
 Além disso, é a oportunidade de ver se, resolvendo os exercícios, você acaba percebendo algum tema que ainda precisa ser revisado uma última vez, ou algum tópico que precisa ser mais exercitado.
Escreva uma redação por semana: Ao pegar as provas anteriores, separe as propostas de redação e reserve um tempo para fazer pelo menos uma por semana. “É importante que a sua redação seja lida por alguém, de preferência um professor que possa avaliar os critérios cobrados pelo Enem para a redação”, avalia a professora. Procure sempre ficar atento às cinco competências exigidas pelos corretores, especialmente a proposta de intervenção, que pode ser uma pegadinha para os mais desavisados.
Elabore uma estratégia para a prova: O segredo é entender como funciona a Teoria de Resposta ao Item (TRI), método usado na correção do Enem. Por este método, fica muito mais difícil chutar, já que ele avalia a coerência da prova: se uma pessoa acerta muitas questões consideradas difíceis e poucas fáceis, o sistema aponta que há ali um problema (afinal, quem acerta as difíceis também acertaria as fáceis) e tira pontos do candidato. Portanto, vale mais a pena dedicar-se a responder primeiro as questões fáceis, depois as médias e depois as difíceis. Vale a pena fazer uma leitura geral da prova, antes de começar, para avaliar quais dá para responder na hora e quais devem ser deixadas para depois.
Outra boa escolha para a prova é checar o peso dado para cada área na nota da universidade no Sisu ou no ProUni. “Há opções de curso em que a redação tem peso 3, por exemplo. Assim, você pode avaliar por qual área começar no grande dia”, explica Ana Paula Dibbern.
Como sempre, um dos focos principais é a redação, já que uma boa nota nesta área pode puxar toda a sua média para cima. “Reserve tempo suficiente e com certa folga para fazer o seu texto. Uma boa opção é rascunhar a redação no início, resolver as questões de uma das áreas, ou mesmo das duas, e então voltar ao texto. Se você começar a prova um pouco nervoso, talvez seja melhor fazer parte das questões e depois, mais calmo, fazer a redação. Teste essas opções ao fazer o simulado com a prova anterior em casa”, diz a professora.

Observe suas fraquezas: Como falamos antes, durante a resolução das provas antigas, você pode acabar se deparando com um conteúdo ou outro que não esteja tão bem assimilado, além de checar como ele está sendo cobrado pela prova. Essa é a melhor oportunidade para observar suas fraquezas na prova, aquelas matérias com que você não se deu tão bem durante o estudo. Mas lembre-se: não dá mais tempo de assimilar profundamente algo novo. Se não aprendeu nada durante o ano sobre aquilo, dificilmente vai adiantar, agora, se debruçar sobre o assunto. Procure focar os esforços em matérias pouco solidificadas, mas já apreendidas, e em outras que estão precisando de uns exercícios a mais.
Os conteúdos que mais caem


Área O que mais cai
Ciências Humanas e suas Tecnologias – Democracia e Estado (movimentos sociais e poderes)
– Identidade nacional (cultura e patrimônio)
– América colonial
– Independência do Brasil
– Século XX no Brasil (Ditadura e Era Vargas)
– População, economia e transportes no Brasil
– Urbanização e estrutura agrária
– Problemas ambientais, climas e biomas
Ciências da Natureza e suas Tecnologias – Ecologia e problemas ambientais
– Química orgânica
– Genética e evolução
– Dinâmica, ondas e eletricidade
– Citologia, anatomia e fisiologia
– Cálculos químicos
– Materiais e ligações químicas
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias – Interpretação de textos
– Literatura (Modernismo, Romantismo e Realismo)
– Tecnologias da informação
– Diversidade e preconceito linguístico
Matemática e suas Tecnologias – Razão, proporção e regra de três
– Geometria
– Estatística e probabilidade
– Aritmética básica
– Equações do primeiro grau e funções

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

PARIS: Respirar é como fumar 9 maços de cigarro ao ano



O jornal "Aujourd'hui en France" desta sexta-feira (10) publicou um estudo alarmante sobre a poluição nas regiões metropolitanas na Europa. "Respirar é como fumar" é a manchete da matéria que detalha um estudo realizado pela associação europeia deTransporte e Meio Ambiente, que calculou em cigarros a contaminação de partículas finas em dez grandes cidades da Europa, como Paris.

"Não é preciso mais estar ao lado de um fumante para ser vítima do tabagismo passivo", diz a matéria do "Aujourd'hui en France". A poluição do ar é tão intensa nas capitais europeias que basta passar alguns dias passeando pelo Velho Continente para respirar equivalentes tóxicos presentes nos cigarros.

O método é extraído de uma técnica do instituto americano Berkeley Earth, segundo o qual, respirar 22 microgramas/m3 de partículas finas tem o mesmo efeito para a saúde do que fumar um cigarro. Assim, morar, por exemplo, em Paris durante um ano e ser exposto ao ar da capital francesa neste período, equivale a fumar 183 cigarros, ou nove maços de cigarro, alerta o jornal.

Turistas também se tornam "fumantes passivos"

Paris não é a capital onde o ar é mais poluído na Europa. Entre as dez cidades analisadas pelo estudo, Praga, capital da República Tcheca, e Istambul, na Turquia, são as campeãs de acúmulo de partículas finas no ar, seguidas por Milão, na Itália, e Londres, capital do Reino Unido. Visitar esses locais, mesmo por poucos dias, também tem um impacto em sua saúde.

Os pesquisadores calcularam em cigarros o volume de ar poluído que um turista estaria exposto passando, por exemplo, quatro dias em Paris. Resultado: dois cigarros. No mesmo período, a contaminação de partículas finas é equivalente a quase três cigarros em Londres e três em Milão, quatro em Praga e Istambul.

"É como se obrigássemos os turistas a fumarem, inclusive as crianças", diz, em entrevista ao Aujourd'hui en France o coordenador das pesquisas sobre qualidade do ar da associação europeia Transporte e Meio Ambiente, Jens Muller.

Queda no número de visitantes

A poluição é uma das principais preocupações dos cidadãos europeus, de acordo com uma pesquisa realizada pela Comissão Europeia. A questão começa também preocupar os turistas, que estão deixando de escolher alguns destinos para poupar sua saúde. As cidades de Pequim, na China, e Hong Kong, por exemplo, já lidam a queda de visitantes devido à poluição.

A situação é preocupante, especialmente porque a poluição começa a se expandir também às áreas verdes. Pesquisadores americanos reveleram recentemente que o nível de ozônio detectado nos grandes parques americanos, como Yellowstone ou Yosemite é tão alto como nas maiores cidades dos Estados Unidos. Autoridades já começam a alertar que a poluição nesses espaços verdes protegidos pode causar danos à saúde de seus visitantes.
Por

AMMA manifesta apoio à juíza de Coroatá e repudia agressões


NOTA PÚBLICA
 
A Associação dos Magistrados do Maranhão (AMMA) repudia as manifestações agressivas e desrespeitosas que vêm sendo desferidas contra a juíza Anelise Reginato, da Comarca de Coroatá, em face de decisão judicial prolatada em processo que tramita na Justiça Eleitoral.
A AMMA esclarece que desde a manhã desta quinta-feira (9), quando tiveram início os ataques à magistrada, em blogs e veículos de imprensa, o presidente Angelo Santos entrou imediatamente em contato com a juíza Anelise, manifestando o total apoio da Diretoria Executiva, colocando toda a estrutura da associação à disposição da magistrada para as providências que fossem necessárias.
Uma das primeiras medidas adotadas pelo presidente da AMMA foi contatar a diretora financeira da entidade, juíza Andrea Perlmutter Lago, para acompanhar a juíza Anelise à Delegacia de Combate a Crimes Tecnológicos, a fim de que fosse registrado Boletim de Ocorrência sobre postagem indevida, em sua página do Facebook, datada do ano de 2012.
A Diretoria Executiva da AMMA também entrou em contato com os diretores da entidade que integram a Diretoria de Segurança Institucional do Tribunal de Justiça, para que acompanhem todas as investigações acerca dos ataques sofridos pela juíza Anelise Reginato.
A AMMA reitera o seu repúdio às agressões à juíza Anelise e esclarece que a função de julgar é árdua e, para tanto, é necessário preservar incondicionalmente a independência da magistrada que, independentemente de interesses políticos e disputas eleitorais, cumpre a sua missão constitucional de dizer o direito, observando os limites do processo legal.
A Associação dos Magistrados esclarece, ainda, que adotará todas as medidas jurídicas cabíveis no sentido de responsabilizar aqueles que achacam a juíza Anelise Reginato.

São Luís, 10 de agosto de 2018
Juiz Angelo Santos
Presidente da Associação dos Magistrados do Maranhão

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Custo da cesta básica em São Luís é uma das menores do País

 
O custo da cesta básica de alimentos caiu em 19 capitais no mês de julho, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Conforme os dados  divulgados nesta segunda(6), as maiores quedas ocorreram em Cuiabá (-8,67%), São Luís (-6,14%), Brasília (-5,49%), Belém (-5,38%), Rio de Janeiro (-5,32%) e Curitiba (-5,12%). No sentido contrário, aparece Goiânia (0,16%).

Segundo a pesquisa, a cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 437,42), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 435,02) e do Rio de Janeiro (R$ 421,89). Os menores valores médios foram constatados em Salvador (R$ 321,62), São Luís (R$ 336,67) e Natal (R$ 341,09).

Quando observados os preços entre julho de 2017 e 2018, os valores médios caíram em todas as cidades, com destaque para Salvador (-9,98%), São Luís (-8,41%) e Belém (-7,09%). Na avaliação do valor acumulado de janeiro a julho deste ano, o resultado só foi negativo em Florianópolis (-0,80%) – nas demais capitais pesquisadas, houve variação de 0,46%, em Belo Horizonte, e de 5,51%, em Vitória.

A pesquisa do Dieese revela ainda que, com base nos preços avaliados para a cesta básica, o salário mínimo necessário para manter um família de quatro pessoas no mês de julho deveria ser de R$ 3.674,77, ou 3,85 vezes o salário mínimo nacional (R$ 954). Em junho, a estimativa foi de R$ 3.804,06, ou 3,99 vezes o piso mínimo do país. Em julho do ano passado, o mínimo necessário era equivalente a R$ 3.810,36, ou 4,07 vezes o salário mínimo nacional de então, correspondente a R$ 937. (EBC)
O custo da cesta básica de alimentos caiu em 19 capitais no mês de julho, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese).Fonte: Economia - iG @ https://economia.ig.com.br/2018-08-06/custo-da-cesta-basica-julho.html
O custo da cesta básica de alimentos caiu em 19 capitais no mês de julho, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese).Fonte: Economia - iG @ https://economia.ig.com.br/2018-08-06/custo-da-cesta-basica-julho.html
O custo da cesta básica de alimentos caiu em 19 capitais no mês de julho, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese).Fonte: Economia - iG @ https://economia.ig.com.br/2018-08-06/custo-da-cesta-basica-julho.html

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Campanha de rua começa oficialmente no dia 16 de agosto


Encerrado o prazo para realização das convenções, os partidos políticos terão até as 19h, do dia 15 de agosto, para registrar, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a chapa completa - com candidatos a presidente e a vice, bem como as siglas que integram a coligação. Catorze nomes foram aprovados nas convenções partidárias para disputar a Presidência da República em outubro. 
Somente após o prazo final para registro das candidaturas, os partidos poderão colocar a campanha oficialmente na rua. Segundo a Lei Eleitoral, a partir do dia 16 de agosto, os candidatos, os partidos políticos e as coligações poderão fazer comícios e usar equipamento de som fixo. Também podem fazer campanha em carros de som e usar alto-falantes ou amplificadores de som em suas sedes e comitês.
Estão autorizadas, até o dia 6 de outubro, véspera do primeiro turno, a distribuição de material gráfico, a realização de caminhadas, carreatas ou passeatas e o uso de carro de som pelas ruas, divulgando jingles ou mensagens dos candidatos. Até 5 de outubro, são permitidos anúncios pagos, na imprensa escrita, e a reprodução, na internet, limitados a dez por veículo, em datas diversas, para cada candidato, com tamanho máximo de um oitavo de página de jornal padrão e um quarto de página de revista ou tabloide.

Horário gratuito

Na segunda quinzena deste mês, o TSE se reunirá com os partidos políticos para aprovar o plano de mídia do horário eleitoral gratuito, que entrará no ar nas emissoras de rádio e televisão a partir do dia 31 de agosto. No total, serão 35 dias de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, em dois blocos diários, além das inserções ao longo da programação.
Na mesma reunião, que acontece até o dia 24 de agosto, será sorteada a ordem de apresentação de cada candidato no horário eleitoral gratuito. A campanha presidencial vai ao ar às terças, quintas e aos sábados, em dois blocos de 12 minutos e 30 segundos, às 7h e às 12h, em cadeia nacional de rádio, e às 13h e às 20h30, nas emissoras de TV.
O tempo de cada partido varia de acordo com o tamanho da bancada de deputados federais e com as legendas que integram a coligação do presidenciável. Pelo tamanho dos partidos individualmente, os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm mais tempo no horário gratuito que os demais.
Também às terças e quintas e aos sábados será veiculada a propaganda eleitoral dos candidatos a deputado federal. A campanha para governador, senador e deputado estadual/distrital vai ao ar às segundas, quartas e sextas-feiras. No domingo não há horário eleitoral gratuito. (EBC)

quinta-feira, 1 de março de 2018

Brasil só deve dominar Leitura em 260 anos, aponta estudo do Banco Mundial


Estimativa é do Banco Mundial, em relatório que debate educação e aprendizagem em vários países. Alunos brasileiros devem demorar 75 anos para ter o mesmo conhecimento em matemática de estudantes de países desenvolvidos.

Os estudantes brasileiros devem levar mais de 260 anos para atingir a proficiência em leitura dos alunos de países desenvolvidos. Em matemática, a previsão é que eles atinjam o mesmo nível em 75 anos. Os dados são de um relatório divulgado nesta quarta-feira (28/02) pelo Banco Mundial.

As estimativas apresentadas no estudo foram feitas com base no desempenho dos alunos brasileiros em todas as edições do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) – uma prova organizada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O teste é realizado a cada três anos entre os 35 Estados-membros da OCDE e 35 países parceiros, incluindo o Brasil. A prova avalia uma série de questões, como o conhecimento dos estudantes em ciências, leitura e matemática.

Com base nesses dados, o Banco Mundial produziu seu World Development Report, um relatório publicado anualmente pelo órgão para debater diferentes aspectos do desenvolvimento mundial. Neste ano, o documento é dedicado totalmente à educação e à crise global de aprendizagem.

O Brasil é um dos países que vivem essa crise, embora os alunos brasileiros de 15 anos tenham registrado uma melhora em seu desempenho em avaliações recentes, ressalta o Banco Mundial. A nota geral no último Pisa, no entanto, manteve-se a mesma em leitura e caiu em matemática.

O relatório destaca que escolaridade e aprendizagem não estão necessariamente correlacionadas. Os dados mostram, por exemplo, que 125 milhões de crianças em todo o mundo não possuem conhecimentos básicos de leitura e matemática mesmo frequentando a escola. Sem contar com os 260 milhões que não estão estudando.

Em países como Gana e Malawi, 80% dos estudantes ao final da segunda série não conseguiam ler palavras simples como "gato". Mesmo no Peru, um país considerado de nível médio na educação, metade dos alunos não passaram no mesmo teste.

No Quênia, Tanzânia e Uganda, quando se pediu para que estudantes da terceira série lessem frases como "o nome do cachorro é...", 75% deles não conseguiram compreendê-la.

Na Nicarágua, quando estudantes da terceira série foram avaliados em 2011, apenas metade deles conseguiram resolver corretamente uma soma simples como 5 + 6. Já em áreas urbanas do Paquistão, 60% dos alunos da terceira série foram capazes de subtrair 54 - 25, enquanto em áreas rurais, apenas 40% o fizeram.

"Esse lento início da aprendizagem significa que mesmo os alunos que chegam ao final da escola primária não dominam conhecimentos básicos", destaca o relatório.

O Banco Mundial menciona ainda casos de países que promoveram novas políticas e reformas na educação e conseguiram melhorar seu desempenho em avaliações mundiais, como Peru, Vietnã e Coreia do Sul – este país, por exemplo, contava com taxas baixíssimas de alfabetização na década de 1950, mas conseguiu superar esse índice e ter sucesso em rankings recentes.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Estácio é investigada por demissão discriminatória por idade



O Ministério Publico do Trabalho no Rio de Janeiro ampliou a investigação sobre a demissão de 1200 professores da universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro, o MPT afirma que encontrou indícios que a empresa esta fazendo dispensa discriminatória por idade. Segundo o levantamento do órgão, foi constatado em uma lista com 104 demitidos, que 81 deles tem entre 50 e 81 anos de idade o que representa 77,8 dos casos de demissão, a pesquisa constatou também que 18 dos dispensados tem entre 40 e 49 anos e somente 5 tem menos de 40 anos. o MPT abriu inquérito semana passada contra a universidade após a divulgação na imprensa que a demissão dos professores seria para depois ocorrer novas  contratações com outros salários como prever a reforma trabalhista. O procurador do trabalho Rodrigo Carelli disse que o MPT esta acompanhando todo o processo e a constituição federal deverá ser respeitada. A Estácio nega todas as acusações. Na ultima sexta feira o MPT conseguiu uma liminar na justiça do trabalho que manda  a universidade suspender a demissão dos professores em todas as unidades do país, sobre essa liminar a instituição de ensino ainda não se manifestou.