quinta-feira, 7 de setembro de 2017

BARRACO: Mulher chama marido de corno e acaba surrada em comércio


A prisão do comerciante André V. M., 32, pelo crime de lesão corporal praticado contra a própria esposa de 31 anos aconteceu na noite de terça-feira (05) no estabelecimento comercial do casal, localizado no bairro Castanheira, zona Sul de Porto Velho.
De acordo com a ocorrência policial, o homem passou a discutir com a esposa devido ela ter levado a TV da câmera de monitoramento para casa. Em meio aos insultos, a esposa teria chamado o marido de corno na presença de duas vizinhas.
Neste momento, o homem ficou altamente furioso e atacou a vítima com socos e enforcamentos. Ela caiu em cima dos galões de água do comércio, se armou com uma faca para tentar se defender e aplicou alguns arranhões no marido.
A Polícia Militar foi acionada e ambos foram parar na Central de Flagrantes. O comerciante disse que está brigado com a mulher desde a semana passada, na ocasião em que ela teria viajado sem a autorização dele.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Número de mulheres presas no Brasil cresce 700% em 16 anos


Se em 2000 havia 5,6 mil mulheres presas no Brasil, em 2014 o número saltou para 37,4 mil e, em 2016, 44,7 mil. Houve, portanto, um crescimento de 698% em 16 anos. Os dados correspondem ao último mês de dezembro e foram enviados pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Informações sobre a população carcerária feminina foram solicitadas pelo ministro Ricardo Lewandowski ao analisar o Habeas Corpus (HC) 143.641, que pede pela concessão de prisão domiciliar a todas as mulheres grávidas ou que são mães de crianças com menos de 12 anos de idade e que se encontram presas preventivamente.

O número coloca o país na quinta posição no ranking mundial de mulheres presas, atrás somente dos Estados Unidos (205,4 mil), China (103,8 mil), Rússia (53,3 mil) e Tailândia (44,7 mil). Ainda, segundo o Depen, 43% das presas que cumprem pena no Brasil não tiveram seus casos julgados definitivamente.

O principal motivo do encarceramento (60%) é o tráfico de drogas. O órgão, porém, ressalta que a maior parte dessas mulheres “não possuem vinculação com grandes redes de organizações criminosas, tampouco ocupam posições de gerência ou alto nível e costumam ocupar posições coadjuvantes nestes tipos de crime”. Importante salientar que a Lei de Drogas é de 2006.

80% das presas são mães e responsáveis principais, quando não únicas, pelos filhos. Lewandowski também solicitou que fosse identificado o número de detentas grávidas ou mães de crianças, especificamente, no cárcere. Apenas 10 estados enviaram esses dados, totalizando 113 mulheres gestantes ou com filhos que estão com elas atrás das grades. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), contudo, divulgou em junho um estudo em que foram entrevistadas, ao menos, 241 mulheres nessa situação.

Habeas Corpus 143.641

Impetrado em maio de 2017 por membros do Coletivo de Advogados em Direitos Humanos (CADHu), com sede em São Paulo, o HC 143.641 pede para que STF conceda prisão domiciliar a todas as mulheres grávidas ou que são mães de crianças com menos de 12 anos de idade, que se encontram presas preventivamente.

Sem prazo pré-definido, a prisão preventiva pode ser decretada em qualquer fase da investigação policial ou da ação penal, desde que haja prova da existência do crime e indícios que liguem o suspeito ao delito. Além disso, é necessário que o réu apresente pelo menos um dos requisitos: atrapalhe a condução das investigações, tenha possibilidade de fugir ou represente riscos à manutenção da ordem pública. Ocorre que desde 2016 o Código de Processo Penal (CPP) prevê, em seu artigo 318, que a prisão preventiva pode ser substituída pela domiciliar se a acusada for gestante ou mãe de filho de até 12 anos incompletos.

Na ação, os advogados argumentam que o tratamento recebido por essas mulheres nas prisões seria desumano, cruel e degradante, pois as instalações prisionais brasileiras não estariam adaptadas às necessidades femininas. Os membros do CADHu também alegam que a política criminal responsável pelo encarceramento feminino expressivo seria discriminatória e seletiva, impactando de forma desproporcional as mulheres pobres e suas famílias.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) opinou pelo não conhecimento do habeas corpus. A entidade alega ser incabível o habeas corpus coletivo, genérico, porque seus beneficiários deveriam ser individualizados. A PGR também entende que não cabe ao STF julgar a ação, uma vez que os coatores – quem pratica ou ordena a violência – específicos não foram indicados no HC.

Já o ministro Lewandowski afirmou que, de plano, não é possível descartar a existência do habeas corpus coletivo no ordenamento jurídico brasileiro. O assunto, inclusive, será discutido com mais profundidade no julgamento do Recurso Extraordinário 855.810, que tem Dias Toffoli como relator. De qualquer forma, Lewandowski ordenou que o Depen identificasse todas as mulheres que estão na situação narrada pelos autores do habeas corpus. Para o jurista, as informações são imprescindíveis para decidir se a ação é ou não de competência da Corte.

Regras de Bangkok

O Brasil é signatário das Regras de Bangkok, que preveem medidas para o tratamento de mulheres presas, entre as quais a possibilidade de alternativa à prisão para aquelas que tiverem filhos. Por isso mesmo é que o CPP foi alterado no ano passado.

Ao falar sobre o assunto ao Justiça em ocasião anterior, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Paraná (OAB-PR), Alexandre Salomão, disse que o problema, em sua opinião, era a leitura que se fazia da lei. Como a legislação diz “poderá”, muitos juízes optam por não conceder essa possibilidade. Na opinião dele, a substituição de prisão preventiva por domiciliar para mães de crianças deveria ser regra. Ele relembrou ainda que para que ocorra prisão preventiva é preciso que a suspeita represente, de fato, um risco.

Salomão afirmou ser cada vez mais comum mães serem presas preventivamente com os filhos pequenos. “As pessoas tratam disso com uma naturalidade tremenda, em virtude de um discurso de segurança pública”, observou o advogado. Ele citou casos dramáticos, como a presença de uma criança de 15 dias durante a última rebelião na Penitenciária de Piraquara. “As crianças acabam cumprindo pena junto”, disse o presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Fonte: Gazeta do Povo

sábado, 29 de julho de 2017

Ator de “Cidade de Deus” vira criminoso na vida real



A vida acabou imitando a arte na vida do ex-ator Ivan da Silva Martins, de 34 anos, que atuou no filme “Cidade de Deus” em 2002, na pele de um dos integrantes do bando de Zé Pequeno. Em 2017, ele acabou se tornando criminoso na vida real, após 15 anos de sua atuação.
O rapaz agora está foragido da polícia, após cinco passagens criminais, deixando de ser conhecido como Ivanzinho, como era na época da atuação, e passando a se chamar “Ivan, o Terrível”, segundo a sua ficha policial. Ele roubou um carro na Barra da Tijuca em 2001, logo após as gravações do filme.
Após ser pego e cumprir a pena pelo delito, ele tentou roubar uma joalheria e foi preso novamente. Depois disso, foi fichado por ameaça e, recentemente, por formação de quadrilha. Ele está foragido da Justiça desde 2014, quando passou a ser acusado de novos roubos.
Ele chegou a participar do documentário “Cidade de Deus – 10 anos depois”, em 2013, e na ocasião, falou que estava preso quando o filme foi lançado, em 2002: “Eu saí da cadeia um dia antes do meu aniversário, e a primeira coisa que eu fiz foi reunir a minha família e assistir ao filme porque eu não tinha assistido”.
O ator fazia parte do elenco principal (Foto: Reprodução)
“Me perguntaram por que estou nessa vida. Estou porque estou na luta, porque preciso de dinheiro, porque o filme não me deu esse dinheiro todo. Tudo isso aí não me valeu de nada, porque não adianta fazer um filme que é conhecido mundialmente e estar duro”, contou ele no documentário.

“Todos os atores do filme tiveram uma oportunidade de melhorar de vida, mas poucos conseguiram se apoiar nela. Às vezes, a estrutura familiar e a falta de dinheiro também contribuem para isso. Mas vários seguiram caminho do bem. Ivan acabou indo pro caminho do mal”, declarou o diretor Cavi Borges, na época.

“Durante o processo deu tudo certo, ele ia aos ensaios, nunca criou problemas e sabia interpretar. Torcia para que todos achassem um caminho na vida. Depois perdi o contato”, completou. As informações são da IstoÉ.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

SENADORES DO MARANHÃO VOTAM A FAVOR DA REFORMA TRABALHISTA

 
Os três senadores do Maranhão, Edison Lobão (PMDB), João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB) votaram pela aprovação do texto principal da reforma trabalhista enviada pelo Presidente Michel Temer. Após uma sessão tumultuada, o plenário do Senado Federal aprovou, por 50 votos favoráveis e 26 contrários, o texto base da reforma trabalhista. O presidente da Casa, Eunício Oliveira, teve que reabrir a sessão sentado no canto da mesa diretora, fora da cadeira principal, após senadoras da oposição terem ocupado os lugares às 11 horas da manhã e se recusado a sair. Elas só deixaram o posto às 18h44, quando Eunício já havia aberto a votação do projeto de lei.
Houve 1 abstenção em um quórum de 77 senadores. Agora, os senadores votam destaques e o projeto segue para a sanção presidencial. Conforme acordo prévio feito com os senadores, alguns pontos da reforma serão alterados, como o contrato intermitente, o papel dos sindicatos e o trabalho insalubre para gestantes e lactantes. A matéria foi aprovada com a promessa de que Temer, denunciado por corrupção passiva e sob julgamento na Câmara, compromete-se a vetar pontos polêmicos da proposta.
A aprovação da reforma trabalhista, com os votos favoráveis dos senadores maranhenses Edison Lobão, João Alberto e Roberto Rocha, é uma grande vitória política do governo Michel Temer que precisa dar mostras de força política em meio às acusações contra o presidente da República no próprio Congresso. Apesar da luta do governo para aprovar o projeto, não houve comemoração entre os 50 senadores que apoiaram a reforma. Por se tratar de um tema polêmico e com forte apelo popular, os parlamentares preferem não se pronunciar sobre o tema.
O texto altera mais de 100 pontos da CLT. Entre eles, autoriza os trabalhos intermitentes, permite dividir as férias em três períodos e faz com que os acordos coletivos tenham força de lei.
Um dos pontos questionados pela oposição, e até por alguns governistas, é a questão do trabalho intermitente, em que a prestação de serviços não é contínua, seja mantida a subordinação empregatícia. O modelo de trabalho permite que sejam alternados períodos laborais e de inatividade, fixados em horas, dias ou meses, independentemente do ramo de atividade. Outra questão polêmica muito criticada por oposicionistas é a possibilidade de que a trabalhadora gestante seja afastada automaticamente, durante toda o período de gestação, apenas de atividades classificadas como insalubres em grau máximo. Em condições insalubres de graus médio ou mínimo, a empregada só será afastada a pedido médico – o que pode provocar situações dúbias, segundo a avaliação dos opositores do projeto.
O projeto que altera a reforma trabalhista aprovado no Senado nesta terça-feira altera mais de cem pontos da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas), publicada em 1943. O eixo central da proposta é permitir que as negociações entre empresas e empregados, ou entre sindicatos e empregados, tenham valor legal, o chamado “acordado sobre o legislado”.
Para os críticos da reforma, essa liberalidade permitirá negociações que reduzem direitos dos trabalhadores. Já os defensores da reforma alegam que ela atualiza uma legislação envelhecida e protecionista, abrindo caminho para um ambiente de maior geração de empregos.
Além de dar força para as negociações, a reforma permite altera limites já estabelecidos, como duração de contratos temporários, trabalho autônomos e atuação dos sindicatos, além de criar novas regulamentações – para home office e trabalho intermitente.
Especialistas contrários à proposta dizem que o espaço maior para a negociação, na verdade, desprotegerá o trabalhador, e apontam que as mudanças na lei também vão restringir o acesso a reparações através da Justiça do Trabalho.

O texto, encaminhado ao Congresso no início do ano, ainda vai para sanção do presidente Michel Temer antes de ser publicado e entrar em vigor. As mudanças começam a valer quatro meses após a publicação no Diário Oficial da União.

terça-feira, 27 de junho de 2017

HOMEM É PRESO ACUSADO DE ABUSAR DAS TRÊS ENTEADAS


A polícia prendeu na cidade de Paulino Neves, (MA) o homem identificado como Jovelino Rocha da Silva. Ele é acusado de violentar sexualmente as enteadas de 15, 14 e 10 anos. De acordo com as vítimas, os abusos já vinham acontecendo ao longo do tempo. Ao ser preso Jovelino ainda tentou negar a autoria dos crimes. Após a prisão o acusado foi encaminhado para a delegacia da cidade de Tutóia, (MA).

quarta-feira, 14 de junho de 2017

FORRÓ VERSUS SERTANEJO: PULA A FOGUEIRA IÁ IÁ



A cantora Marília Mendonça rebateu a cantora Elba Ramalho em público no último domingo (11), durante um show no São João da Capitá, em Recife, em Pernambuco. Elba havia dito que os sertanejos estão “invadindo” as festas juninas e pedido que eles “devolvessem o São João do Nordeste”.
Marília, um dos maiores nomes da música sertaneja da atualidade, disparou: “Vai ter sertanejo no São João sim, viu? Porque quem quer é o público. Então, muito obrigada por me abraçarem. Sei que vocês gostam mesmo é de música boa. Não importa o estilo. A prova está ai, no show hoje”, disse a cantora no palco.
Para uma entrevista em seguida, completou: “A gente fica muito triste pois a música já viveu muita desunião. O sertanejo é tão sofrido para chegar, assim como o forró é. A gente está unindo as coisas, é maravilhoso. Essa mistura de estilos é muito legal. É o que compõe a festa”, completou ela, que agora acaba de ser detonada pelo cantor de forró Alcymar Monteiro, o “Rei do Forró”.
Ele, de acordo com informações do jornal Diário de Pernambuco, teria dito, em um áudio de WhatsApp, que a artista “toca para cachaceiros”. “Essa senhora não tem autoridade para falar nada. Como é que ela vem falar que aqui é lugar de sertanejo? Isso é um ‘breganejo’ horroroso para cachaceiro, para quem não tem identidade”, disparou.
Alcymar Monteiro (Foto: Divulgação)
“Quem tá falando é Alcymar Monteiro. Dona Marília Mendonça, você é lá de Goiás. Vá cantar lá no seu Goiás. Não vem encher o saco da gente aqui, não, entendeu? Você vem lá de Goiás invadir nossa praia. Agora vê se a gente canta lá no teu Goiás. Vocês não deixam!”
“Sua música é horrorosa! Você não está com nada, entendeu? Você canta para cachaceiro. Eu canto para família, para as crianças, para os velhos, eu sou descendente de Luiz Gonzaga. Nos respeite, entendeu?”, completou. Depois, em entrevista ao “Viver”, Alcymar disse que ficou bastante incomodado com as declarações de Marília.
“Irritado porque estamos no meio de uma luta pela preservação da nossa cultura (com a campanha Devolva Nosso São João). Ela veio falar mal de Elba, não de uma forma direta, nas estrelinhas, e isso me irritou”, disse.

terça-feira, 13 de junho de 2017

SÉRIE DE VÍDEOS REGISTRA PROFISSIONAIS DA COMUNICAÇÃO MARANHENSE







Série inédita de documentários, "Comunicadores Históricos" tem exibição na TV Assembleia Maranhão. Esta primeira temporada com seis episódios é uma série de micro documentários com a finalidade de registrar a história de produtores, editores, cinegrafistas, repórteres, apresentadores de programas de TV e Rádio e demais profissionais da comunicação do Maranhão. A intenção do projeto é narrar a história de homens e mulheres que participaram e participam da comunicação local e revelar algumas curiosidades, histórias de bastidores, a relação com os ouvintes e telespectadores.

Esse é o primeiro trabalho audiovisual funcionando enquanto apontamento histórico, produzido no e pelo Maranhão sobre os “operários” da comunicação. Um registro mais do que necessário, em que participam Robson Jr., Mônica Moreira Lima, Zé Cirilo, Kaylla Roberta, Gilberto Mineiro e Arnold Filho, todos em depoimentos marcantes, inspiradores e educativos.

Comunicadores Históricos (uma produção da Dinossauro Filmes em coprodução com a Dom 21 Filmes), é uma grande oportunidade de registrar em vídeo o número crescente de comunicadores do maranhão. “ Com esse projeto, nós temos a chance de guardar a memória de quem fez e faz a comunicação no nosso estado, porque a história está o tempo todo acontecendo e esse registro precisa ser dinâmico e constante ”, destaca Elio Soares, um dos criadores da série.

A produção começou a ser exibida pela TV Assembleia Maranhão no último dia 29 (maio de 2017) e já começa a ser considerada como fonte de pesquisa e respaldo, enquanto valorização da memória profissional local. Um trabalho pioneiro e inovador para a produção audiovisual do Maranhão. “ A TV Assembleia abre espaço em sua programação para agregar este importante trabalho como forma de incentivar a produção independente de profissionais do mercado maranhense e também por se tratar de um programa com conteúdo que resgata a história de boa parte dos nossos comunicadores ”, ressalta Jacqueline Heluy, Diretora da TV Assembleia Maranhão.

O projeto Comunicadores Históricos pode ser assistido na TV Assembleia Maranhão pelo canal 51.2 e na fanpage da emissora no Facebook.


 Serviço :
Série Comunicadores Históricos tem exibição na TV Assembleia do Maranhão
 Realização : Dinossauro Filmes e Dom 21 Filmes
 TV Exibidora : TV Assembleia Maranhão Canal 51.2
 Episódios : 6


 DINOSSAURO FILMES

A DINOSSAURO FILMES é uma produtora independente brasileira, responsável pelas produções COMUNICADORES HISTÓRICOS e RADIOTECA BÁSICA. Tem atuado no cenário audiovisual maranhense desde 2015.

Atualmente a produtora está empenhada no desenvolvimento dos projetos “A CIDADE QUANDO ACORDA”, “SOBRE ATERROS SANITÁRIOS E OUTROS LIXÕES”, “OS RIOS E A ILHA”, “DO NADA A LUGAR NENHUM” e “ARTE EM TRÊS TONS”, todos curta-documentários.


 DOM 21 FILMES

A DOM 21 FILMES é uma produtora audiovisual independente, oferecendo produção, pós-produção e criação de conteúdo em cinco diferentes segmentos: Cinema, Publicidade, TV, Digital e Art+music.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

IRMÃO DE SUZANE RICHTHOFEN É INTERNADO EM CLÍNICA PSIQUIÁTRICA



Irmão de Suzane Richthofen, que matou os pais em 2002, Andreas foi internado numa clínica psiquiátrica após ser encontrato pela polícia com a roupa rasgada e ferimentos no corpo. Ele tentava pular o portão de uma casa na zona sul de São Paulo.

De acordo com informações da Rádio Bandeirantes, os policiais militares que o abordaram e os médicos que atenderam o rapaz no Hospital disseram que ele estava agitado, fora de si, como se tivesse no efeito de drogas. Segundo relatos, o jovem, de 29 anos, costumava vagar pelas ruas e dormia no quinta dessa casa, que fica em Santo Amaro, perto da Avenida Washington Luiz.

O médico Miguel Abdallah, tio e antigo tutor de Andreas, foi até o Hospital do Campo Limpo, resgatou o rapaz e o levou a um outro hospital na zona norte. Ao deixar o local, ele não quis falar com a imprensa 

Andreas é doutor em Química, formado pela USP (Universidade de São Paulo). Já a irmã dele, Suzane von Richthofen, cumpre pena no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo.
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terça-feira, 23 de maio de 2017

ÔNIBUS ESCOLAR CAPOTA COM MAIS DE 45 CRIANÇAS EM SÃO JOSÉ DE RIBAMAR


Um ônibus escolar capotou no final da tarde de ontem (22), com aproximadamente 45 crianças, nas proximidades de Bom Jardim, na Zona Rural de São José de Ribamar.
O ônibus escolar, que foi contratado sem licitação pela Prefeitura de São José de Ribamar saiu da pista, próximo a uma curva por motivos a serem investigados.
Testemunhas afirmam que o freio do ônibus já vinha falhando há algum tempo, e os pneus estavam totalmente carecas.
O desespero tomou conta dos bairros adjacentes, e os pais das crianças estavam revoltados, pois já previam que o fato aconteceria, devido as péssimas condições do veículo. “Só permitia que meu filho entrasse naquele ônibus, porque é a única forma dele chegar na escola, mas as péssimas condições já avisava que a qualquer hora isso poderia acontecer, um descaso”, afirmou uma mãe de aluno.
“Foi desesperador, achamos que íamos todos morrer, o ônibus vinha lotado com muita criança em pé e só ouvimos o freio e a zuada caindo no mato. De agora em diante, prefiro ir pra escola andando do que entrar num ônibus da prefeitura”, declarou uma estudante, ainda nervosa e ferida.
Muitas crianças ficaram feridas e foram socorridas por veículos que passaram pelo local.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

CANDIDATOS DE CONCURSO DA PM-PI SAO DETIDOS SOB SUSPEITA DE FRAUDE


Nove candidatos que realizavam prova do concurso da Polícia Militar do Piauí foram encaminhados para a Delegacia do Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) na manhã deste domingo (21), por terem sido flagrados praticando atitudes que estavam expressamente proibidas no edital do certame. A informação foi repassada pelo coronel Carlos Augusto Gomes de Souza, comandante-geral da PM-PI. 

O comandante confirmou que alguns dos candidatos foram flagrados com papéis em que seriam gabaritos da prova. Porém, o coronel ressaltou que ainda é cedo para afirmar que houve fraude. "Ainda estão conferindo se as respostas encontradas com os candidatos correspondem, de fato, ao gabarito oficial. Isso será apurado pela Greco", afirmou o coronel.

Caso se confirme que os papéis encontrados com os candidatos detidos realmente continham as respostas oficiais da prova, a investigação deverá ser aprofundada pela Polícia Civil para que se apure se houve vazamento do gabarito, quem foram os responsáveis e como conseguiram as respostas.

Ao todo, o certame teve 32.010 candidatos inscritos que estão concorrendo às 400 vagas distribuídas por batalhões de todo o Piauí.