segunda-feira, 18 de novembro de 2019

18 DE NOVEMBRO: DIA DO CONSELHEIRO TUTELAR

CONSELHEIRA tutelar Hilsa Damasceno- Maizinha
Área Anil/Bequimão

O Brasil celebra hoje (18) o Dia do Conselheiro Tutelar. A data é uma homenagem a essas pessoas que são escolhidas pela comunidade para defender os direitos da criança e do adolescente nos municípios. Atualmente, são cerca 30 mil conselheiros em todo o país que atuam, por exemplo, no recebimento de denúncias de maus-tratos, violência sexual, trabalho infantil, entre outras violações de direitos. Também são responsáveis pela fiscalização e aplicação das políticas públicas direcionadas à população infanto-juvenil.

O dia-a-dia do Conselheiro Tutelar

O conselheiro tutelar, no cumprimento de suas atribuições legais, trabalha diretamente com pessoas que, na maioria das vezes, vão ao Conselho Tutelar ou recebem sua visita em situações de crises e dificuldades - histórias de vida complexas, confusas, diversificadas.
É vital, para a realização de um trabalho social eficaz (fazer mudanças concretas) e efetivo (garantir a consolidação dos resultados positivos), que o conselheiro tutelar saiba ouvir e compreender os casos (situações individuais específicas) que chegam ao Conselho Tutelar.
Saber ouvir, compreender e discernir são habilidades imprescindíveis para o trabalho de receber, estudar, encaminhar e acompanhar casos.
Cada caso é um caso e tem direito a um atendimento personalizado, que leve em conta suas particularidades e procure encaminhar soluções adequadas às suas reais necessidades.
Vale sempre a pena destacar: o Conselho Tutelar, assim como o Juiz, aplica medidas aos casos que atende, mas não executa essas medidas . As medidas de proteção aplicadas pelo Conselho Tutelar são para que outros (poder público, famílias, sociedade) as executem. O atendimento do Conselho é de primeira linha, tem o sentido de garantir e promover direitos .
Para dar conta desse trabalho, que é a rotina diária de um Conselho Tutelar, o conselheiro precisa conhecer e saber aplicar uma metodologia de atendimento social de casos .

Denúncia

O Conselho Tutelar começa a agir sempre que os direitos de crianças e adolescentes forem ameaçados ou violados pela própria sociedade, pelo Estado, pelos pais, responsável ou em razão de sua própria conduta.
Na maioria dos casos, o Conselho Tutelar vai ser provocado, chamado a agir, por meio de uma denúncia. Outras vezes, o Conselho, sintonizado com os problemas da comunidade onde atua, vai se antecipar à denúncia - o que faz uma enorme diferença para as crianças e adolescentes.
O Conselho Tutelar deverá agir sempre com presteza:
- De forma preventiva quando há ameaça de violação de direitos
- De forma corretiva quando a ameaça já se concretizou
A perspectiva da ação do Conselho, compartilhada com a sociedade e o poder público, será sempre a de corrigir os desvios dos que, devendo prestar certo serviço ou cumprir certa obrigação, não o fazem por despreparo, desleixo, desatenção, falta ou omissão.



segunda-feira, 21 de outubro de 2019

CONFIRA AS OFICINAS DO VIII ENCONTRO DE HISTORIA ANTIGA E MEDIEVAL DO MARANHÃO


O VIII Encontro de História Antiga e Medieval do Maranhão estará repleto de oficinas com diversos temas de pesquisa, ensino e pratica. O Encontro é o mais antigo evento do Curso de História da UEMA. Iniciado no ano de 2005 possui 14 (quatorze) anos de existência e está em sua oitava (8ª) edição.
Se você ainda não decidiu qual das oficinas vai fazer, veja agora todas as opções e suas temáticas:









sábado, 19 de outubro de 2019

VIII ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA ANTIGA E MEDIEVAL DO MARANHÃO

 

Apresentação

VIII Encontro Internacional de História Antiga e Medieval do Maranhão. 
Memória, Educação e Religiosidade: Transformações e Resistência.

 22 a 24 de outubro, UEMA – Centro Histórico, São Luís - MA 


   O Encontro Internacional de História Antiga e Medieval do Maranhão é o mais antigo evento do Curso de História da UEMA. Iniciado no ano de 2005 possui 14 (quatorze) anos de existência e está em sua oitava (8ª) edição.
   O Encontro é importante por auxiliar o fortalecimento da Graduação e PósGraduação em História no Maranhão, visando o pensar e o repensar da História problematizadora e da ligação entre passado e presente, tal como a herança pregada pelo novo fazer historiográfico relacionado à História dos Annales. 
   O tema deste ano, Memória, Educação e Religiosidade: Transformações e Resistência discute uma importante questão que está relacionada aos debates pelos quais passa a História no Brasil, por conta da Reforma no Ensino Médio e a Base Nacional Curricular. Além disso, o Encontro problematiza as dificuldades que a educação em geral está passando neste momento, no qual há um questionamento no Brasil sobre a relevância da área das Humanidades. 
   Pretendemos responder as seguintes questões: é importante valorizar a educação e o estudo das Ciências Humanas? O estudo da História é relevante para a sociedade de forma geral? Por quê? E ainda: por que este evento é importante para o Maranhão e também para a História Antiga e Medieval no contexto nacional? 
   Assim, o VIII Encontro Internacional de História Antiga e Medieval do Maranhão contribui com as discussões atuais, já que mostra que, a Antiguidade a Medievalidade, a Modernidade e a Contemporaneidade, todos esses períodos históricos, trazem um legado importante para a humanidade, motivo pelo qual é importante estudar e debater todas as temporalidades da experiência humana e sua relação com o presente. 
   Desta forma, este evento, que já tem forte tradição no Maranhão e no país, é realizado desde o ano de 2005 pela UEMA, com apoio da UFMA e de outras entidades como a ANPUH-MA. Além disso, auxilia o fortalecimento de grupos de pesquisa do Maranhão, como o Brathair – Grupo de Estudos Celtas e Germânicos e o Mnemosyne – Laboratório de História Antiga e Medieval, e sua relação com outros grupos de pesquisa no Maranhão, no Brasil e no exterior.

OBJETIVOS DO VIII ENCONTRO 

   Construir um intercâmbio de discussão de ideias entre pesquisadores internacionais e nacionais de História Antiga e Medieval ampliando, dessa forma, o debate historiográfico e as pesquisas na área; estimular publicações envolvendo pesquisadores internacionais e nacionais na área dos estudos antigos e medievais; manter a periodicidade dos eventos de Antiga e Medieval no Maranhão e fortalecer a área no nordeste e no Brasil; Apontar ao público em geral a importância de se estudar História Antiga e Medieval nos dias atuais; Identificar as manifestações culturais do Maranhão que contenham características, permanências, apropriações e re-apropriações da Antiguidade e Idade Média; Proporcionar o intercâmbio entre os profissionais e alunos de História no Maranhão com os estudiosos de outras universidades brasileiras e internacionais; Fornecer subsídios para a atualização dos professores do ensino Fundamental e Médio nas áreas de Antiga e Medieval; Estimular o interesse pelo desenvolvimento de pesquisas de História Antiga e Medieval pelos alunos universitários no Maranhão através da discussão sobre as fontes de pesquisa; Contribuir com a valorização do Maranhão, reforçando a ligação do estado com atividades culturais e históricas; Fortalecer a Pós-Graduação em História nas áreas de Antiga e Medieval.


LOCAL: Curso de História da Universidade Estadual do Maranhão Rua da Estrela, 329, Centro Histórico – São Luís, MA.

COORDENAÇÃO 
Profa. Dra. Adriana Zierer (UEMA/Brathair/Mnemosyne/REHCULT) 
Profa. Dra. Ana Lívia Bomfim Vieira (UEMA/Mnemosyne) 
Prof. Dr. Marcus Baccega (UFMA/Brathair/REHCULT) 

EQUIPE ORGANIZADORA 
Prof. Dra. Elizabeth Sousa Abrantes (UEMA) 
Prof. Dra. Júlia Constança Camêlo (UEMA) 
Prof. Dra. Solange Pereira Oliveira (UEMA-Brathair) 

COMISSÃO CIENTÍFICA 
Prof. Dra. Adriene Baron Tacla (UFF) 
Prof. Dra. Elizabeth Sousa Abrantes (UEMA) 
Prof. Dr. Álvaro Alfredo Bragança Jr. (UFRJ) 
Prof. Dra. Dulce O. Amarante dos Santos (UFG) 
Prof. Dr. Edmar Checon de Freitas (UFF) 
Prof. Dra. Manuela Mendonça (Universidade de Lisboa/Ac. Port. de Hist-APH) 
Prof. Dra. Margarida G. Ventura (Universidade de Lisboa/Ac. Port. de Hist-APH) 
Prof. Dra. Maria Eurydice Ribeiro (UnB) 
Prof. Dr. Mário Jorge da Motta Bastos (UFF) 
Prof. Dra. Terezinha Oliveira (UEM) 
Prof. Dra. Vânia Leite Fróes (UFF) 

REALIZAÇÃO: 
Brathair – Grupo de Estudos Celtas e Germânicos 
Mnemosyne – Laboratório de História Antiga e Medieval 
Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) 
Universidade Federal do Maranhão (UFMA) 

APOIO: Departamento de História e Geografia/Curso de História - UEMA 
Programa de Pós-Graduação em História – UEMA (PPGHIST-UEMA) 
Programa de Pós-Graduação em História – UFMA (PPGHIS-UFMA) 
Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão – IHGM 
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PPG-UEMA 
Pró-Reitoria de Extensão – PROEXAE-UEMA 
Associação Estadual de História do Maranhão - ANPUH-MA 
Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão - FAPEAD 
Grupo de Pesquisa História, Religião e Cultura Material (REHCULT-UFMA) 

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Matemática: 10 conteúdos mais cobrados na prova do Enem


Entre as disciplinas mais temidas pelos estudantes, a matemática, acreditem, precisa de muita interpretação de texto na prova do Enem e os conteúdos são cobrados de maneira contextualizada.
—A dica para um bom desempenho na prova é revisar os principais temas, resolvendo exercícios contextualizados, dando uma atenção especial àqueles que envolvem leitura e interpretação de gráficos. A prova do Enem exige do candidato muita leitura, além da execução de muitos cálculos.

1. Razão e proporção
A prova do Enem costuma apresentar mais de uma questão sobre esse conteúdo, sempre de forma contextualizada. Em 2017, por exemplo, 7 questões abordaram a ideia de razão e proporção entre grandezas. Se o aluno não se lembra desse tópico, ele nada mais é que a divisão entre as duas grandezas. Mas o Enem não para por aí, geralmente os exercícios pedem para o aluno determinar a razão e comparar o resultado obtido.
2. Regra de três
Esse é um dos tópicos mais famosos da Matemática e que serve de recurso para a resolução de exercícios em outras disciplinas. Não é possível mandar bem nesse caderno dominando apenas os conhecimentos de regra de três. Porém, eles serão necessários e ajudarão o aluno somar pontos preciosos ao final da nota. Ao revisar essa matéria, o aluno vai notar como se faz relação entre grandezas proporcionais.

3. Leitura e interpretação de gráficos
Muitas questões apresentam gráficos que retratam uma situação explorada no enunciado. Então, para resolver o problema, é preciso que o aluno compreenda tanto o enunciado, quanto o gráfico. Os gráficos que mais aparecem são os de barras, de setor e de segmento. Pode acontecer, por exemplo, de o exercício ser sobre porcentagem e exigir do candidato a compreensão dos dados em um gráfico. Além disso, essa habilidade vai ser exigida em outras disciplinas como geografia, biologia etc. Se o aluno nunca interpretou um gráfico antes, algumas dicas: preste muita atenção no título; veja quais informações dizem respeito a cada eixo; procure os dados apresentados no enunciado (e seus possíveis desdobramentos); e verifique a escala.

4. Estatística
O foco do estudo deve ser em questões que abordam média aritmética, mediana e moda. Na maioria das vezes, esse assunto vem acompanhado de gráficos, então, mais uma vez, é importante que o aluno não deixe de resolver questões que envolvam a leitura e interpretação de gráficos.

5. Porcentagem
A porcentagem também é um tema bastante recorrente no Enem, principalmente porque não precisa ser apresentado de forma isolada nas questões. É bastante comum, por exemplo, aparecer exercícios relacionados a preços, taxas, indicadores de população, economia, entre outros e exigir cálculo de porcentagens. Dica: o aluno deve lembrar que o cálculo da porcentagem é sempre feito sob um determinado valor. Por isso, fique muito atento ao enunciado para descobrir o valor sob o qual deve-se calcular a porcentagem.

6. Funções
É um tema bem abrangente para ser estudado. O ideal é que o aluno foque em três temas: teoria das funções – aqueles probleminhas em que é preciso substituir valores, como por exemplo a corrida de um táxi ou o aluguel de um carro em uma locadora; funções do 1o grau – não se pode deixar de estudar o comportamento do gráfico de uma função do 1o grau; função do 2o grau – principalmente exercícios que envolvam a ideia de máximo e mínimo.

7. Análise Combinatória
Essa área da matemática é responsável por determinar possibilidades. O aluno pode se deparar com questões desse tema de maneira contextualizada nos mais diferentes assuntos, como formação de times, resultados e colocação em pódios, entre outros. É importante ficar bem clara a distinção entre permutação, arranjo e combinação.

8. Probabilidade
Esse assunto gera insegurança na maioria dos alunos, principalmente se acompanhado da análise combinatória. Para evitar isso, o estudante precisa praticar – e muito – exercícios que envolvem esse assunto.

9. Geometria plana
A Geometria Plana também se faz presente no Enem, principalmente quando falamos sobre áreas de triângulos, círculos, quadrados, trapézios, entre outros. Os problemas que envolvem esse tema, de forma geral, são contextualizados. É preciso analisar o enunciado completo para resolver a questão.

10. Geometria espacial
Quando falamos de Geometria Espacial, grande parte das perguntas da prova pede para determinar o volume de prismas, pirâmides, cones, esferas e cilindros. É bastante comum os termos “volume” e “capacidade” serem apresentados como sinônimos no caderno de Matemática e suas Tecnologias.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

ENEN 2019: Inep divulga perfil de candidatos; presença feminina é maioria


O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o perfil dos candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano, que será realizado em novembro. A presença feminina é maior, com 3.031.828 de mulheres inscritas — 59,5% do total.
A maioria dos candidatos (1.360.421) tem entre 21 e 30 anos. Apesar de o Enem ser um exame destinado a quem terminou ou vai concluir o ensino médio neste ano, chama a atenção a procura de pessoas com mais de 60 anos — quase dez mil inscritos (9.846).
Por meio do Enem, estudantes terão a oportunidade de ingressar no ensino superior de instituições públicas e privadas do Brasil e de Portugal, onde 37 universidades já aceitam os resultados do exame como forma de acesso aos cursos. Mais de 500 mil pessoas estão envolvidas na elaboração e na aplicação do exame, a maior porta de entrada para a educação superior do país.
O Inep aplicará as provas nos dias 3 e 10 de novembro, primeiro e segundo domingo do mês. A edição deste ano tem 5.095.382 inscritos. O número ainda pode subir porque algumas inscrições encontram-se em análise de recurso.
Perfil - Um contingente significativo de participantes faz as provas como treineiros: 616.673, que equivale a 12,1% dos inscritos. São os estudantes que não irão concluir o ensino médio em 2019, mas que fazem o Enem para experimentar a rotina de candidato, conhecer o formato do conteúdo cobrado no exame e para autoavaliar os conhecimentos.
Gratuidade - Do total de participantes, 2.980.502 (58,5%) não precisaram pagar a taxa de inscrição, que neste ano foi de R$ 85. A gratuidade é concedida a três perfis de participantes que precisam comprovar os critérios exigidos no edital. São eles:
  • o candidato que está na última série do ensino médio em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar;
  • o estudante que cursou todo o ensino médio na rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tem renda familiar igual ou menor a um salário mínimo e meio por pessoa;
  • a pessoa em situação de vulnerabilidade socioeconômica por ser membro de família de baixa renda que tenha Número de Identificação Social (NIS), único e válido, além de ter renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos. 
Quem ficou isento no ano passado, mas faltou nos dias de prova de 2018, precisou justificar a ausência para poder fazer o mesmo pedido em 2019.

Assessoria de Comunicação Social, com informações do Inep

segunda-feira, 29 de julho de 2019

DROGAS: Polícia Federal erradica 348 mil pés de maconha no Sertão



348 mil pés de maconha foram destruídos pela Polícia Federal em municípios do Sertão de Pernambuco. A queima da droga foi realizada durante a operação Facheiro III, que tem o objetivo de reduzir a produção e a oferta da maconha. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (29).
De acordo com a PF, as plantações que poderiam produzir, ao todo, 120 toneladas de maconha, foram encontradas entre 30 de junho e 23 de julho deste ano. Além dos 348 mil pés de maconha, também foram destruídos 144 plantios e 425 mil mudas da planta.
As drogas foram encontradas, após um levantamento da PF, em algumas ilhas dos Rios São Francisco, em Orocó, Cabrobó, Belém de São Francisco, Santa Maria da Boa Vista, além de Salgueiro, Carnaubeira da Penha, Serra Talhada, Betânia, Parnamirim, Ibó e Floresta.

A PF também informou que as operações de erradicação de maconha em Pernambuco têm tirado o tempo de produção da droga, o que tem levado a importação da maconha para o Paraguai. A mudança tem sido mostrada pelo aumento de apreensões feitas pela polícia no país vizinho. (JC online)