quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Neymar pai e Neymar na mira da Justiça na Espanha


O Ministério Público da Espanha pediu dois anos de prisão para Neymar, além de uma imposição de uma multa de 10 milhões de euros, apontando para a suspeita de corrupção e fraude. Além da prisão, o promotor José Perals recomenda uma pena de cinco anos de prisão ao ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell, considerado como a pessoa responsável pelo contrato com o brasileiro.

Procurado, o representante do atleta, Altamiro Bezerra, CEO da NN Consultoria, afirmou que o pai, dono da empresa, e o jogador ainda não foram notificados sobre a reabertura da acusação do Ministério Público espanhol.  “Referente as notícias publicadas nesta quarta-feira (23) sobre as acusações contra Neymar Jr. e seu pai, Neymar da Silva Santos, reiteramos que se trata do mesmo processo reaberto em setembro de 2016, que havia sido arquivado pelo juiz José de La Mata. As partes ainda não foram notificadas e nem comunicadas sobre a abertura de acusação do Ministério Público e no período certo irão apresentar a defesa.
Continuamos tranquilos porque todos os contratos foram firmados com respeito aos preceitos legais, éticos e morais e com a ciência do Santos Futebol Clube e FC Barcelona. Seguimos seguros que o tempo oferecerá todas as respostas positivas”, diz o comunicado oficial.

No início do mês, o juiz José de la Mata aceitou a denúncia contra Neymar, seu pai e sua mãe, Nadine Gonçalves, pouco mais de um mês após o Ministério Público da Espanha solicitar a reabertura do caso – que havia sido arquivado da esfera criminal em julho. A decisão do juiz espanhol abriu caminho para que o jogador seja levado a júri, e, desde então, os promotores tinham o prazo de 10 dias para formalizar o pedido de julgamento.

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